Felizes com todo o agito do Original, abraçamos nossa freguesia como faziam os comerciantes do passado. Um sem número de clientes, encantados com o o que saía das nossas chopeiras, afirmavam que o nosso Original era um bar carioca… Mas como, se nós mesmos não conhecíamos essa instituição do Rio?

Curiosos e famintos por velhas receitas, fomos à Guanabara fazer turismo botequineiro. Do Lamas ao Jobi, do Capela ao Braca, do Bar Brasil ao Salete, esquadrinhamos os botecos históricos do mais lindo dos balneários – e nos rendemos ao seu valor. Na bagagem de volta, pastilhas coloridas, pedras portuguesas, ladrilhos azuis e brancos, balcões de mármore, garçons de borboleta, giz na tabuleta, empadas, filés, caldinho de feijão, pimentas e um chopp pequeno apelidado premonitoriamente de garotinho… E assim, sem querer, os cariocas nos deram o Pirajá.

São Paulo ganhou uma esquina carioca em uma de suas calçadas, com novos temperos, luzinhas e tempo bom, assumindo de vez o que sempre soubemos: todos nós, brasileiros, somos um pouco cariocas. Graças a Deus.

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