Absorvidos pelo universo dos bares, vivendo de Original, Pirajá e Bráz, continuamos nossa estrada. Em uma tarde no Pandoro, entre cajus-amigos e pastéis de massa grossa, nos demos conta que os grandes bares boêmios dos anos dourados, da paulicéia que começava a se desvairar e do Rio capital, também estavam se extinguindo.

Da vontade de revê-los, com aquele “quê” dos european bars e das brasseries art deco, nasceu o Astor, um bar clássico, completo, espelhado por uma simplicidade boêmia que reflete sofisticação. Desde 2001 é um reduto de renovação da boemia, um espaço com sotaque paulistano, brasileiro e, ao mesmo tempo, cosmopolita e internacional; onde misturamos chopp com cognac, caipirinhas com Martínis, picadinho com cassoulet, Bossa Nova com Miles Davis, Bar Lagoa com Baiúca.

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Astor Astor